Negócios em foco: Mercado de US$ 22,8 bilhões requer especialização e atrai empresas brasileiras

Tecnologia de Business Intelligence e Business Analytics tem modelos, como o self-service, que fará com que usuários produzam, até 2019, mais análises do que os próprios cientistas de dados, expansão que requer especialização.


Segundo previsões do Gartner, o modelo self-service de aplicações de BI e Analytics fará com que usuários produzam, até 2019, mais análises do que os próprios cientistas de dados.


Não por acaso, até 2020 este mesmo mercado deverá movimentar US$ 22,8 bilhões em todo o mundo, conforme a consultoria.


Uma expansão que atrai tanto usuários, ávidos por extrair os benefícios de tais tecnologias, quanto desenvolvedores, que precisam estar atentos às tendências da área.

“E uma destas maiores tendências é o formato self-service. Isto porque permite o acesso a recursos e capacidades analíticas, sem grandes demandas de treinamento, a todas as áreas de negócios. E, desta forma, o BI e o BA conseguem trazer resultados traduzidos em ganho de performance a processos, rotinas e ações de todos os departamentos”, explica Ana Thesing, Chieff Marketing Officer da BIMachine, empresa especializada em BI e Business Analytics.

A executiva cita que, em outro estudo, o Gartner mostra que, dentre mais de 3 mil CIOs entrevistados, é unânime a opinião de que as tecnologias de análise de dados tornam suas empresas diferenciadas no mercado. Ou seja: angariam competitividade.

“E em tempos em que se fala não mais em competição, mas em um verdadeiro Oceano Vermelho, povoado por tubarões famintos em todos os segmentos de atuação, diferencial competitivo é tudo”, comenta a especialista.

A CMO define o investimento no self-service BI como ”inteligente e estratégico”, e avalia que equivale a dar recursos para que os diferentes departamentos do negócio tenham autonomia no atendimento de suas demandas relacionadas a informações e aproveitamento de conteúdos, o que retorna para as empresas na forma de facilitação de rotinas, agilidade do trabalho, ganho de tempo, redução de custos e, principalmente, incremento das vendas e da satisfação do ciente final.

Mas, conforme a CMO, para introduzir o uso do self-service BI e BA nas empresas, é preciso preparo.

Entretanto, tais sistemas tornam este trabalho menos oneroso do que soluções anteriores de análise de dados, já que, normalmente, têm interfaces mais intuitivas. A executiva recomenda, ainda, optar por um fornecedor apto a aplicar consultoria e suporte especializados ao projeto.

“Para garantir a eficácia do BI ou BA, convém envolver todas as áreas em todas as etapas do projeto de adoção destas tecnologias, assegurando que dados e processos de todos sejam contemplados. Além disso, envolver os usuários desde o início facilitará seu entendimento sobre a solução e, principalmente, sobre sua importância para a empresa”, comenta Ana.

Feito isso, a especialista indica que se adote um cotidiano de acompanhamento dos usuários para garantir que todos estejam fazendo o melhor uso do sistema para suas respectivas áreas – sem subutilização, nem exageros.


Além disso, um sistema flexível, que permita adaptações necessárias a algumas áreas, é fundamental para assegurar a adesão à cultura da empresa.




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