Analytics e mobile separam venda de perda de dinheiro no Trade Marketing

Atualizado: 24 de Jul de 2018

Captar, conquistar, fidelizar, encantar: este é um trabalho intrínseco a esta área da gestão.

Trade Marketing, ou a estratégia de pensar e executar ações focadas no canal de distribuição (varejo, atacado, distribuidor), é uma das mais poderosas ferramentas de fomento de negócios B2B.


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Este braço do Marketing permite entender e atender aos desejos dos clientes e potenciais clientes, criando experiências positivas com as marcas e, com isso, gerando uma cauda longa de fiéis e defensores seguidores.


Isto porque uma boa estratégia de Trade Marketing saberá melhorar a visibilidade dos produtos no ponto de venda, bem como seu posicionamento e atração perante o consumidor, tendo o poder de atrair o olhar, fisgar a intenção e finalizar a decisão de compra. Captar, conquistar, fidelizar, encantar: este é um trabalho intrínseco a esta área da gestão.


Tudo isso, entretanto, gera um trabalho complexo e crítico. E indica: é nesta parte que entra a tecnologia. A TI é um catalizador das ações de Trade Marketing que melhora substancialmente a gestão de equipes e ações, os controles de estoque e de fluxo de vendas, a análise de posicionamento de produto e atividades de reposição e reposicionamento, a gestão do potencial de vendedores e de praças de venda, entre muitas outras informações que se traduzem, na ponta, em vender mais gastando menos.


O mundo ideal da tecnologia para gestão de Trade agrega soluções de Analytics, que permitem indicar marcadores, métricas, índices, itens, metas, gaps e outros aspectos, a ferramentas de mobilidade, que levam toda a tecnologia analítica às mãos das equipes no Ponto de Venda ou onde estiverem.


Trata-se de aliar tecnologia de análise de dados reais, instantâneos e in loco à possibilidade de consultar e trabalhar com tais informações a qualquer hora, de qualquer lugar.


Além disso, utilizar tecnologia nas ações de Trade Marketing traz um diferencial importante sobre a concorrência: pesquisa encomendada pela Associação Paulista de Supermercados em 2016 mostrou que, de todos os entrevistados, a maioria (56%) não utiliza soluções tecnológicas para monitorar suas equipes de campo, sejam elas próprias ou terceirizadas, e que muitos gestores declararam não saber responder com precisão sobre os dados colhidos por seus promotores.


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Outro dado coletado pelo estudo é de que 69% dos entrevistados não conta com automatização das tarefas dos promotores, dependendo exclusivamente do fator humano, o que gera um risco maior de falha.

Apesar deste gap de tecnologia, 56% dos ouvidos afirmou que cria seu planejamento estratégico com base nas informações coletadas no PDV, tendo grande dificuldade na coleta de alguns dados, especialmente quanto à ruptura (ausência de produtos na gôndola), que ficou com 44% das respostas, e preço/ações da concorrência, que ficou com 24%.


Problemas que quem adota tecnologia de Analytics e Mobile a favor do Trade Marketing não tem. A união destas tecnologias entrega em mãos para equipes de campo e gestores informações claras dos produtos e gaps em gôndola, dados para monitoramento de estoques, conteúdo para pensar pricing, merchandising e pesquisa de concorrência, controle de check-in e check-out, entre muitos outros recursos.


Por Augusto Fleck - CMO BIMachine


Publicado por Computerworld em 10 de Maio de 2018

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