BIMachine realiza 1º Seminário de Inteligência Comercial de Honduras

Atualizado: Mai 3


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Em um mundo competitivo e abalado por conta da pandemia do Novo Coronavírus e suas variantes, tomar as decisões certas para a continuidade dos negócios não tem sido tarefa fácil. Para debater estratégias sobre o assunto, a BIMachine realizou, na última semana de fevereiro, o 1º Seminário de Inteligência Comercial de Honduras, em parceria com o SENPRENDE, instituição de apoio ao empresariado no país


No evento, realizado de forma online, o executivo de Negócios da BIMachine, Pedro Schmitt, falou sobre a importância de uma base de dados satisfatória para as organizações. "Esse processo não apenas representa um grande avanço na era digital, mas também oportuniza às companhias alcançarem seus objetivos estratégicos", revela.


Para a empresa, existe um caminho a ser trilhado para a construção de uma cultura de dados nas organizações. Por isso, a pergunta do momento é: você está preparado? Schmitt acredita que o primeiro passo para responder é compreender que os dados se transformam em informação e, por fim, em conhecimento. "Quanto mais dados para analisar, mais informações para compartilhar e, claro, mais conhecimento para tomar a decisão certa", diz.


Ainda conforme o diretor, vale ressaltar que o processo de transformação de dados em conhecimento depende de tecnologias completas, preparadas para dar às empresas poder de análise de informação, geração de insights e norteamento de decisões.


Pedro Schmitt
Pedro Schmitt
“A tecnologia existe. Mas é de responsabilidade da organização, independente do tamanho ou segmento, implementar uma cultura de dados em seu negócio. E motivos para isso não faltam. Principalmente porque a velocidade exigida para a tomada de decisões tem sido cada vez maior, deixando pouco espaço para erros ou enganos", acrescenta Schmitt.

O executivo destaca, ainda, que é importante ter em mente que o cenário atual exige um negócio pautado em quatro pilares: eficiência, continuidade, competência e crescimento. Além disso, os dados gerados após implementação de uma cultura de dados também são sinônimos de valor, velocidade e veracidade - tudo o que uma empresa necessita para se manter competitiva no cenário da pandemia e pós-pandemia.


"Uma organização orientada por dados é uma fusão entre cultura, estratégia e tecnologia. No âmbito da cultura, nos referimos a ações como compartilhar conhecimento, divulgar objetivos estratégicos, mostrar o valor do ciclo de transformação digital e apresentar os resultados", afirma Schmitt.

Na parte de estratégia, estão quesitos fundamentais, como priorizar os problemas que a empresa deseja resolver com a implementação de um sistema, comunicar à organização de ponta a ponta sobre o propósito da tecnologia e medir o impacto das decisões no negócio.


No pilar da tecnologia estão necessidades primordiais, como eleger soluções de acordo com o que foi mapeado, compreender os pontos de entrega antes de escolher os sistemas, buscar empresas que estejam dispostas a solucionar os desafios do seu negócio.


Sobre os números e motivos para implementar uma cultura Data-Driven, além do crescimento da receita, dados indicam que as empresas brasileiras também obtiveram melhorias de 20% no lucro, 16% na eficiência operacional e de 24% na retenção de funcionários, de acordo com a pesquisa realizada pela IDC.


Sendo assim, 2021 deve ser um ano para encarar os desafios como oportunidade, conforme acrescenta Ana Paula Thesing, CMO da BIMachine.


Ana Thesing
Ana Thesing
"É a história do copo meio cheio: os negócios reduziram, frearam, e isso abre espaço para o empresário organizar a casa, verificar gargalos, solucioná-los e abarcar possibilidades ainda não exploradas", complementa.

Para continuar competitiva, na opinião da executiva, a empresa precisa criar uma estratégia embasada em análise de dados.

"Aproveite o tempo de quarentena para auxiliar na implementação de uma cultura Data Driven na sua empresa, usando soluções que permitam captar, tratar e usar os dados das fontes mais importantes para o seu negócio", diz.

A executiva acredita que somente assim será possível integrar as informações entre os sistemas fundamentais para a gestão de cada área, distribuí-las a todos os departamentos-chave para o andamento da companhia e analisá-las para direcionar tomadas de decisão e munir ações de assertividade.


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No início de março, o Seminário terá uma nova edição, desta vez no Equador, comandado pela BIMachine, com apoio de um parceiro local. "Estas são iniciativas voltadas ao desenvolvimento do mercado. Acreditamos muito em uma cultura give first, ou seja, estudamos os mercados, os países, identificamos pontos em que há espaço para o desenvolvimento das empresas e procuramos colaborar com isso", explica Ana Paula.


A ideia da empresa é compartilhar conhecimento, contribuir para o amadurecimento dos cenários, incrementar a consciência da cultura empresarial orientada por dados, resultando em uma evolução de todos os envolvidos.


"São gestores, colaboradores, entes públicos e privados, organizações pequenas, médias e grandes, entidades e outros caminhando juntos rumo ao crescimento contínuo da aplicação da inteligência aos negócios - um passo que achamos fundamental na Transformação Digital", finaliza Ana Paula.
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